Diário de Bordo: Clube da Luluzinha na Hungria, Budapeste-Parte 1

Primeiro de tudo, qual é a chance de fazer uma viagem para Budapeste e depois saber que por lá também estava passeando uma blogueira querida? Eu fiquei em shock quando ela contou por onde andou ( só falta os relatos do lugar, post que já espero ansiosamente).

Pois bem, todo ano eu me dou ao luxo de fazer uma pequena viagem com as amigas. Nada muito doloroso para a família, já que saio na quinta e volto no domingo. Apenas o suficiente para conhecer um novo lugar, passear, conversar com as amigas sem ser interrompida pelas crianças, enfim, relaxar.

Assim que chegamos em Budapeste, seguimos para o nosso hotel. Ele se chama Aria e era muito confortável e belo.

Detalhe do quarto

De fora você não dá muito por ele, porém, por dentro é perfeição. Além de todo o UAU, ele tem um terraço maravilhoso que sempre lota de visitantes.

Super dando close

A fabulosa vista do terraço: a Basílica de Santo Estevão⤵️


O atendimento foi nota 1000!Os funcionários sempre nos perguntando se está tudo bem, se precisamos de ajuda ou oferecendo um vinho, dicas para as melhores atrações, um cuidado genuíno.Não posso esquecer de mencionar a piscina, ofurô, sauna e a sala de ginástica( esta eu não fui pois já caminhava bastante durante o dia).


O que não seguiu o alto padrão foi o café da manhã. Eu não sei se é porque sou acostumada com acomodações simples, porém, com aquele café da manhã farto que enche até a hora da janta, mas eu acho que ali faltou variedade. Tudo muito fino, pouquinho e contido.

Área do café da manhã. Neste mesmo espaço é servido vinho e queijos com música ao vivo no fim da tarde.



Em seguida, fomos fazer um free walking tour e este não me encheu tanto os olhos…


Foram longas caminhadas com poucas informações interessantes.E é claro que o calor atrapalhou. Eu, brasileira, nordestina, fiquei passando mal com aqueles 38º. Dava fraqueza, tristeza e a vontade de explorar era nula dentro daquela sauna, rsrs!

O calor estava tão insuportável que vi muita gente se banhar nas fontes. Quem não tinha essa coragem, se aliviava debaixo dos vaporizadores espalhados pela cidade, como este abaixo…< strong><<<<<<<<<<<<<<<<<<<<<
No outro dia, optamos pelo passeio no Red bus (Hop on-Hop off). Ao menos não precisaríamos caminhar, né? Teria também o suposto ventinho no ônibus, hummmm, que maravilha!

Nos próximos capítulos eu conto mais, combinado?

Imagens-Arquivo pessoal

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Diário de Bordo: o que é que a Irlanda(do Norte) tem?Belfast-Parte final

Chega ao fim a série de posts sobre a Irlanda. No meio das férias escolares, tendo passado a manhã inteira cozinhando, limpando e cuidando das meninas, acho uma delícia lembrar de dias tão lindos e relaxantes.

Pois bem, como mencionei antes, não ficamos muito tempo em Dublin e muito menos em Belfast, a capital da Irlanda do Norte. Porém, tendo a oportunidade de ao menos dar uma boa olhada na cidade, não pensamos duas vezes em contratar os serviços guiados em um ônibus de turismo.

Museu do Titanic

Eu queria ter visitado seu interior, parece muito interessante. Não deu tempo 😦

O Muro da Irlanda do Norte. Ele separa a região católica da parte protestante. Apesar de não ter uma isolação total, já que é permitida a passagem durante o dia, à noite os portões se fecham às 19h.


Foi cerca de 2h de viagem, meio que um bate e volta mesmo. Como iríamos visitar outras paragens, o tempo no centro foi mega curto, mas deu pra sentir um pouco da cidade e despertou a maior vontade de voltar lá.

O Museu da República Irlandesa

Brasil bombando em Belfast! Quem diria!🇧🇷

A prefeitura de Belfast. É uma prédio imponente, decorado e muito bonito, tanto por dentro como por fora.

Mais do City Hall de Belfast


Os vitrais do City Hall

Decoração típica nas janelas das residências

A caminho de Dublin, uma parada rápida na Igreja de St. Patrick. Assistimos a um filme sobre a história do local, conhecemos o interior da igreja e seguimos viagem…

Conhecemos também as ruínas do Castelo Dundrum

E um cafezinho no final, para recarregar as energias.

Foi uma viagem incrível. Eu amei a oportunidade de passear por Belfast, mesmo que por tão pouco tempo. Da próxima, já sei que é necessário pelo menos 3 dias pra curtir o turismo com calma. Não vejo a hora de voltar!

Imagens-Arquivo pessoal

Diário de Bordo: o que é que a Irlanda tem? Dublin- Parte 4

Dando continuidade às postagens antes que eu esqueça de tudo, aqui vai alguns cliques de nosso último dia na capital e informações sobre o nosso hotel, não exatamente nesta ordem.

Nós ficamos hospedados no Hotel Clayton, uma hospedaria bacana localizada próximo às margens do Rio Liffey. Aviso logo que, para o preço que cobram e a classificação que carregam, deixam a desejar para os padrões brasileiros do que é um hotel quatro estrelas. O quarto em que ficamos não tinha frigobar pra gelaras breja e o café da manhã tinha de tudo, mas era bem basicão. Eu já paguei muito mais barato em um hotel três estrelas na Espanha que comparando com este, mais parecia cinco estrelas! 


Agora, verdade seja dita: era perto de tudo. Fizemos a maioria dos passeios caminhando ou pegando carona nos ônibus vermelhos.
Alguns cliques das redondezas…

A última atração visitada antes de ir embora foi o Museu de Cera. 



 Não importa que eu já tenha feito esse tipo de programa em outros lugares. Eu adoro analisar a perfeição e cuidados com que os bonecos são feitos e acho que cada país tem uma exposição diferente. 


Em Dublin, além das personalidades locais e internacionais, havia também um hotel do terror( que eu não aconselho a entrada de crianças, pelo amor!!!) e um tipo de floresta encantada(?).


Por fim, fomos almoçar em um bistrô muito aconhegante chamado Bach 16. No meu prato, uma salada com queijo e um molhinho doce divino. A pizza do boy, extremamente fina e crocante, também delicioso. Muito bom!

E assim terminou o nosso dia, cansados, mas bem felizes e preparado pra outra avenrura!

Tin tin com café!

Diário de Bordo: o que é que a Irlanda tem? Dublin- Parte 3

Tem muito o que conhecer! Um mundo de atividades culturais que nós não demos conta e queremos voltar para conferir o resto com mais calma. 

Muito que bem, depois do passeio na Guinnes Storehouse, fomos em um museu viking chamado Dublinia.A história dos vikings é contada de uma forma bem interessante, com réplicas das habitações, vestimentas e bonecos de cera dos personagens mais famosos.





Uma atração interessante pra quem curte história, muito bom!

 Em seguida, decidimos conhecer a Catedral de St. Patrick, o padroeiro da Irlanda.Saímos correndo embaixo de chuva para poder assistir à missa das 16h, porém, aquele dia era um feriado e portanto, não teria a cerimônia. Mesmo assim, pagamos para entrar e ficamos por algum tempo explorando o local. 


Confesso que não achei láaa essas coisas. Tirando a cúpula, tudo era muito escuro e misterioso que nem um galpão. Me parece muito mais bela por fora que por dentro, se você me pergunta.

Por fim, uma visitinha a um mercadinho brasileiro, o Real Brasil.


Na imagem falta o biscoito Bono por motivos de que a carne é fraca: devorei o Bono em Dublin mesmo!
Dublin já é tão brasileira que umas comprinhas como estas não poderia faltar. A loja tinha uma boa variedade de delícias e a vendedora/proprietária foi muito simpática. 

Os contatos do marcadinho:

Posso dizer que já valeu a viagem!

Imagens- Arquivo pessoal

Diário de Bordo: o que é que a Irlanda tem?Dublin-parte 2

Tem o Museu da cerveja ! Foi a nossa primeira atração da segunda-feira, pegamos um ônibus vermelho( que pagamos pra usar por dois dias) e passamos a manhã na Guinnes Storehouse.


É um espaço imenso com toda a história da Guinnes, a fabricação a cerveja, espaço para degustação, cafeteria, bar e restaurante.

Como ticket abaixo tivemos o direito a um mini-workshop sobre como servir uma Guinnes. 

Fomos convidados a encher o nosso próprio copão e degustamos a bebida no gravity bar, o último andar.


O lugar lo-ta-do! Não aguentei ficar mais que cinco minutos e foi uma luta conseguir uma foto da paisagem, o que é uma pena. Bem que poderia ter um controle ali, viu? Entrar, ficar por no máximo 15 minutos e dar o lugar pro próximo grupo. Fica a dica ai, Guinnes!!!

Agora, o que fez valer o passeio todo foi comer no restaurante da Guinnes, o 1837. Não tenho palavras para definir esta sopa nem a torta de frutos do mar que o meu boy pediu. Foi o melhor restaurante que comi em Dublin, sem dúvidas!


Dicas:

🍀Compre o ingresso pela internet, assim você garante o seu lugar e evita filas.

🍀Chegue cedo. Depois das 11 é só multidão.

🍀Se puder, vá direto para o último andar contemplar a vista. Vai que o Gravity bar ainda está vazio e vc pode tirar pencas de selfies naquela vista maravilhosa!

🍀Curta o museu sem pressa e almoce no 1837. Você não vai se arrepender.

🍀Na saída, uma lojinha de souvenirs que eu pirei! Queria levar tudo! Muitos mimos desejáveis, vou logo avisando!
Imagens- Arquivo pessoal

Diário de Bordo: o que é que a Irlanda tem?Dublin

É isso ai, a querida  Miau do Leão acertou na mosca! Estou desbravando a Irlanda, tentando entender o porquê que Dublin é a cidade queridinha dos brasileiros.



Pub, cerveja e língua inglesa, precisa de mais?É muita boemia, minha gente!!
 No primeiro dia por aqui, não fizemos mais que andar sem destino e parar de bar em bar a fim de nos familializarmos com o ambiente.


 Na terra da Guinnes eu vou de Bulmers porque sou “café com leite”, rsrs!


Já no segundo dia, pegamos um passeio no ônibus vermelho pra dar uma geral na cidade. Nossa primeira parada foi para conhecer uma antiga prisão irlandesa, o Presídio de Kilmainham.Como toda prisão, é repleta de histórias tristes. Segundo a guia, de início não havia separação por sexo ou idade, era todo mundo preso junto. Até crianças eram encarceradas, sendo o mais novo presidiário um menino de cinco anos. Que tristeza! 


Eles explicaram também que a arquitetura foi construida pensando em controlar fisicamente os presos. Portas baixas e estreitas, escadas em espiral, ambiente escuro e um pátio iluminado pela luz solar e divina. Perfeito para aqueles que desejavam se reconciliar com Deus.

A visita guiada é muito interessante, vale a pena. Só fica esperto porque os tickets são limitados. Melhor comprar com antecedência…

Depois do passeio, a barriga gritava de fome. Atravessamos a rua e lá fui eu degustar uma sopinha no The Patriots Inn. Olha, eu não curti. A sopa era super ralinha, parecia aquelas de pacote, sabe?Tive que usar montes de molhinhos daqueles que ficam na mesa, pra dar um gostinho naquela comida de hospital.

Molhinhos que salvam vidas!👌🏼

Copão de Sidra! Muito bom!

A caminho de outras atrações, mais cliques…

Primeiras impressões:

🇮🇪 Um frio do K-ralho! Eu, residente e domiciliada na Noruega, passei frio na Irlanda! Isso, o sol brilhando, heim?! Verão, heim? O vento estraga tudo!

🇮🇪 Cuidado ao atravessar a rua. Eu disse CUIDADO! Me senti como em um filme de ação todas as vezes que cruzei a faixa de pedestre, rsrs!

🇮🇪 As lojas de makes, ai minha nossa, uma variedade imensa! Oh glória!

🇮🇪 Não imaginava que a cidade fosse tão voltada para o turismo! Incrível a quantidade de ônibus e ofertas de passeios!!

O resto eu conto amanhã!
Imagens- Arquivo pessoal

Diário de Bordo:Passeio rumo ao nada em Björkliden, Suécia-Parte final

Após a experiência no hotel de gelo, acreditava que não poderia vive algo mais extremo, até fazer um passeio na montanha. Fica em Björkliden, cerca de duas horas de Kiruna.


Para subir, utilizamos essa espécie de carro-tanque apropriado para este tipo de aventura.


Subimos e quando estávamos no meio do nada, veio a primeira parada. O dia estava muito bonito e ensolarado, porém, a ventania gelada incomodava. 




Sorrisinho de desespero, não se engane

Algumas fotos, poses, bicos de patos e uma certa aflição de virar gelo em um local tão ermo.Como se não bastasse o que experimentamos, subimos mais um pouco e paramos em uma estação de esqui, a Låktatjåkko fjällstation.

Logo na entrada, deixamos nossos sapatos e usamos sandálias…


 É um hotel/restaurante com um menu limitado, nada de outro mundo. Mesmo assim, estar ali almoçando foi algo exótico que eu nunca imaginei viver.


Muito bonito e interessante, fiquei muito feliz e grata por ter vivido tudo isso. Agora, se você me pergunta se desejaria voltar, minha resposta é NÃO! O frio, a aflição por estar em um local de difícil acesso e longe da civilização é algo que nãome atrai, embora acredite que valha a pena experimentar.
Imagens-Arquivo pessoal

Diário de Bordo:Minha experiência no Hotel de Gelo, Kiruna- Parte 4

Sabe aquelas fotos do degelo que postei dias atrás? Eu super achando que a primavera finalmente chegara, até fotografei a primeira florzinha do ano:


Tão ingênua, não? Já havia inclusive mudado os pneus do carro para os apropriados para o verão. E ai hoje a bela surpresa…


Ai Noruega! Porque eu ainda me iludo contigo? “E se reclamar, neva verão também!” Rsrs!Ok, ok. É bom que eu entro no clima para explicar a experiência mais gelada e penosa da minha vida!

Quando nos casamos, em meados de 2006, recebemos de presente dos meus sogros uma estada no famoso hotel de gelo, em Kiruna. Se passou 11 anos e nós nunca que utilizamos a estada(porque será, né?), até o dia que fomos pra lá comemorar os 60 anos da minha sogra e usar finalmente o presente(de grego, rs). 



*Está incluso no pacote o empréstimo do macacão, botas e luvas.

Antes do check-in, os quartos são expostos aos turistas que pagam a entrada para conhecer o hotel. É uma construção encantadora, uma verdadeira obra de arte congelada.



 Porém, dormir ali seriam outros 500 e eu desde cedo já sentia que não daria conta. Sente o drama:



Tem até igreja de gelo!



Fizemos o check-in e recebemos instruções de como deveríamos proceder, localizamos os banheiros e o nosso armário onde deixaríamos nossas malas. 

Após um banho demorado na recepção do hotel, pegamos nossos sacos de dormir ainda quentinhos e fomos encarar uma dormida em -5. Este era o nosso quarto…



Comemoração de nosso casamento em 2006! Tin tin!🎉🎊



No início até que eu consegui levar. Era presente e caro, como eu poderia deixar de tentar?Me encolhi dentro do saco e dormitei aspirando o ar gelado e incômodo. Quando deu 3h da madrugada eu não aguentei. Os pés eram dois picolés e não tinha meia que desse jeito. A solução que encontrei foi me aconchegar na recepção mesmo, sentadinha até amanhecer o dia. Para minha surpresa, acabei por encontrar várias outras almas sofridas que, assim como eu, não passaram no teste de resistência. Shame on us!!

Fotos dos outros quartos…


O resto de meus familiares vikings dormiram plenos até às 6h, quando foram despertados pelo recepcionista com um copo de saft, um suco morno. Era hora de levantar e assim deixar os quartos disponíveis para a exposição do dia.

Se você me pergunta hoje, eu aqui em casa no calor da minha sala, se valeu a pena, te respondo que foi uma vivência única e sou muito grata por ter passado por tal experiêcia. 


Porém, esse tipo de aventura não é algo que quero viver outra vez. Meu limite já é morar em um lugar que é frio por meses e passar por tantos obstáculos que esse clima extremo traz. Dormir em -5 pra mim é tortura. Preferia muito mais ter alugado um quartinho quentinho, viu?


Imagens- Arquivo pessoal

Diário de Bordo:Lapônia Sueca, o norte do Norte- Kiruna,parte 3: Passeio de Trenó

Eita que isso aqui já virou um blog turístico, haha! Totalmente sem intenção, mas eu preciso registrar minhas memórias. Então aqui vai mais um pouco de Kiruna.

Fatos sobre Kiruna:



❄️Fica na Lapônia

❄️É a terra do povo Sami, os indígenas da Escandinávia

❄️Abriga a maior montanha da Suécia, o Kebnekaise

❄️Tem o famoso sol da meia-noite

❄️Ocorre Aurora boreal com bastante frequência 

❄️Tem ursos

❄️Vive do turísmo e da extração do minério de ferro

❄️Ventanias, muitas ventanias

Além disso, tem passeios com trenós puxados por cachorros. 


Não era a minha primeira vez, então eu já sabia das emoções que me aguardavam.

É muita adrenalina! A pessoa acha que não vai dar certo, que os cachorros não se manterão em ordem, que vai cair e quando menos se espera, é só o vento gelado no rosto e o trenó quase voando! Muito bacana!
Se um dia você for fazer um passeio como este, aqui vai três dicas:

⛄️Prefira um trenor com condutor profissional.Eu não teria coragem de conduzir essa cachorrada, embora meu boy já tenha feito isso antes e dito que não foi difícil.

⛄️Se você for em um trenó com muitas pessoas, prefira ficar no último acento porque tem um encosto. Fui inventar de voltar no meio e, além de não conseguir ver direito, fiquei bastante incomodada com a posição e falta de apoio. Um horror!

⛄️Vá muito bem agasalhado, mesmo que você ache que não precisa. O vento é cortante, um frio que dói!

E ai é só curtir..,

 

Os cachorros são super amáveis e conquistou nossos corações…(pausa para os olhos desse dogão)


❤️️amor demais!❤️️

E como se não bastasse o super passeio, uma pausa para um lanche. Bolos, cafés e chá foram servidos.



Final do passeio


Uma atividade escandinava que não se pode perder! Fica a dica!
Imagens-Arquivo pessoal