Valeu! Foi bom, adeus!

Estava amuada por estes dias. Coisas de amizades mal resolvidas, gente que a gente gosta, mas que não gosta da gente do mesmo jeito. Dói, viu? Não é a primeira nem será a última, mas toda vez que eu abro minhas entranhas, a pessoa entra de salto alto e samba. Não trata com o apreço que eu ( sei) que mereço. Pelo meu bem estar, eu desapeguei. Não tem tratamento vip nem minha atenção imediata de outrora. Simplesmente porque…


É o curso normal da vida, faz parte. Valeu! Foi bom, adeus!
Imagem- Reprodução

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2 pensamentos sobre “Valeu! Foi bom, adeus!

  1. A vida é mesmo assim e as pessoas também!
    Tenho aprendido com elas, todos os dias, ensinamentos reveladores a meu respeito.
    Curioso não! Afinal elas não são mais do que o meu reflexo e o reflexo dos meus comportamentos, das minhas ausências, das minhas presenças.
    Aprendi que atraio pessoas iguais a mim, com as mesmas virtudes e os mesmos defeitos (os que mais me incomodam).
    Aprendi que apenas me relaciono com os outros por uma questão de necessidade. É uma questão de sobrevivência, mesmo que não tenha consciência disso.
    Aprendi que nada é por acaso, que para ganhar, tive de perder primeiro, que sou livre de dar tal como o outro é livre de não aceitar.
    Aprendi que o tempo é ilusão e que preciso do outro para crescer espiritualmente mesmo que só o tenha percebido bem mais tarde. Mesmo que tenha perdido o norte e o amor pela vida.
    Aprendi que para apreciar a obra prima da vida, tenho de me afastar e desligar dos pequenos pormenores que confundem a vista.

    Um abraço e muita paz é o que lhe desejo.

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    1. Candy Girl

      Que mensagem linda, inspiradora e verdadeira você me escreveu! Muito obrigada, Adelaide!
      Você tem toda razão, eu já fui desta maneira com outras pessoas, já descartei gente que gostava de mim até demais e eu só queria desaparecer da vida da fulana porque não me fazia feliz ter tal companhia. Quem sabe algo assim também me acontece? Vai saber o motivo de cada pessoa, não é mesmo?

      Como disse, não foi a primeira vez, desde que me mudei para cá que vivo altos e baixos em relação a amizades. Sou difícil de me abrir, mas quando isso acontece, é de corpo e alma, infelizmente. Nunca havia passado por coisa parecida no Brasil, lá a família supria toda e qualquer carência que se possa ter. Já aqui a solidão e isolamento nos prega peças, sabe…
      Muito obrigada mais uma vez pela sensibilidade de me escrever algo tão lindo. Só quem sente o mesmo é capaz disso. Abraços!!!

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