Valeu! Foi bom, adeus!

Estava amuada por estes dias. Coisas de amizades mal resolvidas, gente que a gente gosta, mas que não gosta da gente do mesmo jeito. Dói, viu? Não é a primeira nem será a última, mas toda vez que eu abro minhas entranhas, a pessoa entra de salto alto e samba. Não trata com o apreço que eu ( sei) que mereço. Pelo meu bem estar, eu desapeguei. Não tem tratamento vip nem minha atenção imediata de outrora. Simplesmente porque…


É o curso normal da vida, faz parte. Valeu! Foi bom, adeus!
Imagem- Reprodução

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Diário de Bordo: Congelando na Finlândia,Helsinque-Parte 1

Depois do natal, embarcamos em uma aventura a caminho da Finlândia 🇫🇮 . Dirigimos por 6 horas até Estocolmo e de lá pegamos um navio que levou cerca de 15h até chegar em Helsinque.


Ao colocar os pés em terra, esta foi a primeira visão da cidade:

 


Helsinque é a capital da Finlândia com cerca de 620 mil habitantes.Já foi dominada por russos e suecos, tendo apenas exatos 100 anos de independência.

Nós ficamos hospedados no Scandic Park, um hotel muito charmoso e modernete bem no centro da cidade. Recepção ampla que lembrava muito a sala de uma residência. Sofás e poltronas confortáveis, tvs e pcs para entreter os que tiram o dia para descanso em suas dependências. Um café da manhã de outro mundo, muito farto e delicioso! Pausa para a tortinha arroz que comi aos montes no período que lá estive!



Que coisa gostooosa, afff!!!

Como se não bastasse tantas qualidades, ele fica em frente a um lago e muito próximo a linha de bonde. Mesmo assim, preferimos nos locomover de carro devido ao frio e a nossas crianças, que precisavam de um lugar quentinho e seguro.


No primeiro dia, fomos dar uma volta sem destino certo pelo centro. Visitamos sem querer querendo algumas lojas da Stockmann e seguimos em para uma praça em frente ao Museu de Arte Ateneum.Havia um ringue de patinação do qual ficamos hipnotizados.



Decidimos parar para o almoço no Santa Fé .Não foi a melhor comida do mundo, mas a intenção era nos esconder um pouco do frio.
Depois, tiramos o resto do dia para fazer passeios nas Catedrais mais famosas. São 3:A Catedral Luterana de Helsique, a Catedral Ortodoxa de Uspenski e a Igreja de Pedra.

1. Catedral Luterana de Helsinque


Eu particulamente achei a primeira a mais incrível de todas, por sua amplitude e simplicidade nos adornos. Acho que a grandiosidade do lugar já impõe tanto respeito que não precisa de mais decorações.

2. Catedral Ortodoxa Uspenski

Catedral ostentação, muito bonita por dentro e por fora. São tantos detalhes que fica difícil manter o foco. Será que alguém consegue rezar lá dentro? Eu fiquei encantadíssima!

3.Igreja de Pedra

Engraçado que ela é tida como uma das principais atrações, porém, foi a que menos me impressionou.

Uma espécie de “Minutos de Sabedoria”, em todas as línguas…

E a aventura estava apenas começando! Saudades desses dias!

Imagens- Arquivo pessoal

Cápsula do Tempo

A vida é muito louca mesmo. Eu acordei pensando no vídeo que assisti e nas decisões que eu fiz. Segundo o que interpretei dele, eu estava certíssima por abdicar de um emprego extenuante para voltar ao banco de uma universidade. Apesar da grana mais curta, isso significa não só adquirir mais conhecimento como ter mais tempo para as crianças/marido e o principal de tudo, ter tempo para mim. Qualidade de vida mesmo, sabe?Sentar, olhar para o horizonte, admirar um pôr-do-sol e matutar cá com meus botões, do jeito que eu faço agora.

Céu rosado de ontem

Porém, carregava junto um sentimento de culpa. Como eu pude trocar o certo pelo duvidoso, um trabalho perto de casa, deixar de lado a estabilidade financeira para ir em busca de uma aventura que eu nem sabia se daria certo.

Pra fechar de vez com qualquer questionamento sobre ter feito a escolha certa ou não, encontrei um ex-colega de trabalho no supermercado.Irreconhecível, envelhecera 10 anos em dois. Parou, veio me cumprimentar, perguntou da faculdade e eu respondi que estava bem, mas que havia pensado muito em voltar pra lida no aeroporto. Ele me olhou de um jeito incrédulo e afirmou que eu não tinha que fazer isso, que aquele não era um ambiente saudável e que eu merecia mais depois de graduada. Me informou que estava de licença médica tinha já um mês e não sabia quando voltaria. Concordo em partes com ele, não é saudável trabalhar em turnos tendo que acordar às duas da manhã, por exemplo. Me lembro de como eu vivia doente, qualquer gripe me derrubava. Além disso, tinha o esgotamento físico e mental. Eu me dava por inteiro no trabalho e quando chegava em casa, não conseguia lidar com a segunda jornada tendo que ser mãe, esposa e dona de casa. Era um inferno na terra e este foi um dos motivos que me fez pendurar as chuteiras na empresa, mesmo gostando muito da minha antiga profissão. 

Pencas de pôr-do-sol


Engraçado que na época eu achei que seria temporário, tanto é que arrumando o quartinho da bagunça agora há pouco, encontrei minha bolsa do trabalho intacta. Foi como abrir uma cápsula do tempo repleto de pedaços de uma rotina que eu vivia dois anos atrás.Maquiagem vencida, material de trabalho, até saquinho de açúcar foi esquecido. Doeu o coração.Deu saudades daquela rotina agitada, das pessoas que eu encontrava, dos colegas que eu fiz. Eu era parte de um “gjeng”, de um grupo muito bacana. Mas eu reconheço que eu tenho muita sorte por ter tido a oportunidade de parar sem grandes transtornos, de acompanhar minhas meninas crescerem de perto e estudar. Tem gente ( como o meu ex-colega) que não pode se dar a este luxo e é nele que pensarei toda vez que o sentimento de impotência me atacar diante de uma nota ruim ou dificuldades no aprendizado. A zona de conforto definitivamente não é pra mim.

O pôr do sol, sim! Enjoy!


Imagens e vídeo-Arquivo pessoal

Aquele Natal…(Sorteio relâmpago)

Depois de Trondheim, o resto dos meus familiares chegaram ( o total de 6 pessoas).  Turistamos um pouco em Oslo e viemos em seguida passar o Natal na Suécia, com a família do meu marido. Foi muita agitação com a parentada conversando em português e meus sogros respondendo em Sueco, pensa num drama cômico. Coerência passou passou longe, mas todo mundo se entendia no fim, de um jeito ou de outro.

Cumprimos a tradição de assistir o desenho típico de natal… 


Degustamos as delícias suecas e eu matei a saudade do tempero de mainha! Ela fez um salpicão delicioso! Não pude mostrar em fotos por motivos de que a hora do rango mais parecia guerra com tanta gente querendo catar as comidas TUDO, rsrs! Capaz d’eu ficar sem, nammm! Pra ilustrar, fica ai a salsichinha charmosa, vai…

E a ceia típica. Qualidade péssima, tirei um print do vídeo, foi mal.



As crianças ganharam presentes e eu como fui boa menina, também não fui esquecida:

Maníaca louca por Dachshund

Apaixonada por planetas…


Viciada em perfumes!!! O primeiro ganhei da minha mãe e o resto foi de mim para mim mesma.


A cara da riqueza!

Vou aproveitar a oportunidade pra fazer um sorteio de natal pra vocês!

Sorteio.Sorteio.Sorteio de Natal
Tarde demais pra 2016 ou super adiantado pro natal de 2017? Eu queria ter feito antes, mas foi realmente uma época impossível. Agora que curto as férias plenamente, posso fazer um sorteio. Só que desta vez será apenas entre os comentadores mais assíduos e queridos. São eles: 


Nada mais justo, né não?Deixarei para postar o resultado no final do próximo post, pra ficar uma coisa bem íntima, cá entre nós.

O prêmio é surpresa! 
Até o próximo post então!
Imagens-Arquivo pessoal

Na Biblioteca: Ismael, de Daniel Quinn

Eis minha primeira leitura concluída de 2017. Para tanto, tive que deixar Harry Potter um pouco de lado e encarei Ismael em 3 dias. É um livro curto, de fácil leitura e entendimento.Um verdadeiro alerta em forma de diálogo entre dois personagens, um gorila telepata e seu aprendiz, o narrador da história.

Daniel Quinn usa uma forma interessante de avisar que se não mudarmos o nosso hoje, não haverá o amanhã. Isso seria parar de ser essa civilização dominadora e destruidora, transformando-se então em apenas mais uma espécie no mundo e não a última bolacha do pacote, como o homem pensa que é.Isso implicaria em não pegar/matar/destruir mais do que o necessário para sua sobrevivência.


O início é muito bom, a leitura super flui. Do meio pro final a coisa fica um pouco arrastada porque só há diálogo e discursão sobre o tema central. Bem estílo Sócrates/Platão, sabe?Não há movimento nem mudança de ambiente por um tempo, até que chega os capítulos finais e aquele sentimento estranho de perda e culpa.


 O mais bacana é que o professor espera que o seu aluno divulgue o ensinamento entre 100 pessoas e que cada um destes, com mais cem. É por isso que faço aqui a minha parte:

Livro Ismael, Daniel Quinn

Repassando o ensinamento.

Imagens-Reprodução

Um C na vida

Entrei pela porta da frente e saí, orgulhosa, pela porta da frente. Queria tentar alcançar vôos mais altos. Levei duas quedas feias e tenho uma asa quebrada. Me assustei. Achei que seria bem mais fácil e que a parada já estava ganha, afinal, me esforçara bastante. 
Desmotivada como estava, procurei cabisbaixa a porta dos fundos. Se fosse aceita, desistiria do vôo alto, afinal, não quero perder tempo e nem dar murro em ponta de faca. A porta dos fundos misteriosamente não se abriu e eu passei a tarde pensando na derrota, que eu se quer deveria ter saído pela porta da frente, achando que novos ares significaria novas portas abertas.Pensei de novo. Na situação que me encontro, não me resta outra alternativa que tentar o vôo outra vez. Quero acreditar que aquela porta dos fundos fechada significa que tem coisa muito melhor me esperando e que se assim não for, que eu volte a passar pela porta da frente, onde fui sempre muito bem vinda e feliz. Acho que tenho um plano para o ano. Tentar outra vez. E aqui acabei de descobrir mais um mega incentivo:

Tirei um C! Um C em filosofia! 


( Nota máxima é “A” e reprovado é “Stryk”)

OMG! Fui uma dos 413 estudantes que tiraram C!Eu passei!😱

Eu tipo:

Heheheeee!! Me deixa, vai!