Diário de Bordo: Natal-RN 1

Três semanas passaram voando e, apesar de estar de volta ao Ice Paradise, tenho ainda o ritmo brasileiro na cabeça. Para matar a saudade, nada como relembrar os melhores momentos. É por isso que deixarei registrado aqui um pouco de minhas impressões, experiências e dicas, tanto para arquivo pessoal quanto para que sirva de ajuda caso alguém deseje viajar para aquelas paragens.
Vamos começar com a hospedagem:

Eu tenho minha família inteira em Natal e mesmo havendo variadas opções de hospedagem gratuita , eu prefiro a privacidade de um flat. Pode parecer um tanto frio ou impessoal estar na mesma cidade que meus familiares e recusar uma oferta dessas, mas eu acredito que quando vamos com crianças, tudo fica mais complicado. Tenho meus horários, minhas regras e necessito de privacidade, coisa que de modo algum teria em outro lugar que minha casa. Eu também não quero atrapalhar os outros e muito menos desejo ser incomodada, por isso opto por pagar pela independência e liberdade do meu próprio canto. Além de que, desse jeito não fica tão visíveis nossos defeitos e todo mundo gosta um pouco mais de você 😜.Para 3 semanas, um flat bacana com piscina e vista para o mar em Ponta Negra fica por 3.500 dilmas a temporada.

Como disse, eu não gosto de dar qualquer trabalho e, nem que tenha que ficar muito tempo sem viajar, juntando uns tostões, eu prefiro ter tudo alugado do que ser visita mala. Fica a dica pra você que vai ficar na casa de outra pessoa, heim?! Tente ficar menos tempo possível, não mude as regras da casa e incomode o mínimo. Pague por suas coisas e ajude na alimentação da casa, seja com feira, pagando um jantar para os anfitriões e deixando o $$agrado$$ da diarista que vai limpar seu quarto, lavar e passar suas roupas. Nunca se sinta em casa, mantenha seus pertences arrumados, cama e quarto impecáveis.

Dada a dica de ouro, vem aqui a segunda, a Praia do Forte. Tem esse nome porque em suas proximidades há o Forte dos Reis Magos, atração turística que também merece uma visita. Como meu marido já conhecia, ficamos mesmo na praia. Lá, não façam como eu que me arrisquei e levei minha câmera. Ouvi falar depois que o lugar tem muitos furtos e por isso, não era recomendado. Eu já acho que se a pessoa se prepara chegando cedo, ficando em uma barraquinha perto de outros banhistas e deixa em casa os pertences de valor, pode curtir a praia de boa.

   
    
    
   
Lá eu consumi além de uma boa água de côco, um dindin que côco queimado. Que saudades! Acho que ainda era criança a última vez que coloquei um desse na boca.

A nostalgia se fez presente também quando me banhei com as meninas nas piscinas naturais que se formam ao longo da praia. Fiquei lá na água morna procurando siri ou conchinhas do mar.

Na hora do almoço, paramos em um restaurante antigo e bastante popular, o Farol Bar.

   

  É um dos lugares que mais me remete a minha infância, isso porque almoçar lá era de lei. Eu pedi o combo de sempre, por R$ 75,00 vem um prato misto com Feijão verde, arroz, farofa d’ água, macaxeira frita, salada, carne de sol, linguiça, entre outras carnes. Dá para 2 adultos e duas crianças tranquilo e ainda sobra.

  
Minha boca começa a salivar só de lembrar da textura do feijão verde com a farofa d’ água! Fazia muito tempo que não comia tão bem! Fica a dica!!!
Imagens- Arquivo pessoal

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