Os que se foram

Como se não bastasse ser dia dos finados, a mãe de uma amiga querida acabou de falecer. Ela mora em outra cidade e nos falamos no último sábado ainda, sobre sua decisão de viajar ao Brasil o mais rápido possível, pois sua mãe não estava bem. Esta tarde ela voltou pra casa correndo, precisava comprar uma passagem de avião e fazer a mala para dar o último adeus. Mal sabia ela que este adeus ela já havia dado semanas atrás, quando esteve com sua mãe pela última vez.Eu não sei até que ponto é bom ou ruim estas partidas inesperadas, sem ela acompanhar a agonia e sofrimento que pode anteceder a passagem. Eu só sei que tenho meu coração despedaçado por ela e por sua família. Pela minha família e por todas as pessoas que passam ou já passaram por uma dor muito grande. Eu perdi meus avós maternos e paternos, mas nada superou a dor de perder meu irmão quando ele ainda tinha quatro anos. Essa dor se multiplica devido ao fato de ser mãe de crianças em idade próxima a dele na época de sua partida. Não faço idéia de como seja essa triste experiência de vida em se tratando de uma mãe e é nessas horas que sóa religião para nos confortar. Li este belo texto na TL de uma mulher que muito admiro e dedico-o a minha querida Priscila. Seu sofrimento também é meu, querida!

  

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